BBC Notícias

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sexta-feira, janeiro 09, 2026

A instrumentação da coisa pública

sexta-feira, outubro 25, 2024

Imperatriz 10 anos depois

 


Imperatriz 10 anos depois





Faz um bom tempo que nem escrever para o Blog,  e se não me engano esse tempo

gira em torno de 10 anos que é bastante tempo. E muita coisa mudou do mundo com

o surgimento das fake News,  de ameaças à democracia,  o ressurgimento do sistema

e direito em todo mundo e principalmente com a mudança de Panorama nas relações

internacionais em um mundo multipolar. 



Imperatriz mudou muito e viu surgir uma classe média empoderada , e com

o aumento na frota de veículos tanto de motos como de carros e consequentemente

dos acidentes de trânsito por conta da imprudência e da irresponsabilidade de muitos

motoristas e motociclistas. 


A Outrora arborizada Imperatriz Viu seus bosques diminuírem e

ano passado vi uma onda de calor como nenhum em outro tempo antes naquele que

é considerado o ano mais quente do século XXI. A cidade tem perdido cada vez mais

cobertura arbórea e nada tem sido feito para combater isso visto o descaso das administrações

anteriores e da administração  com relação ao meio ambiente. 


Mas hoje mais do que nunca o principal problema da cidade diz respeito à i

nfraestrutura pois embora seja um problema da atual administração  que justiça seja

feita, pois embora não se tire a responsabilidade de uma administração,  Imperatriz nunca

contou com o plano diretor que contemplasse não apenas a manutenção das vias mas

também novos investimentos. 


Existe uma cultura de precariedade pois mesmo antes de me entender como gente já existia a

prática de se fazer um remédio em cima do outro e assim por diante sendo que na cidade

existem ruas onde você tem uma patologia sobre a outra ou seja um remédio sobre o

outro e isso jamais pode ser considerado como uma prática normalizada em termos tanto

de Engenharia como de planejamento Urbano. 



Nas duas últimas administrações anteriores a atual que já vai fazer quase 8 anos

Foram asfaltadas a Rua Piauí,  a Rua Benedito Leite,  a Dorgival Pinheiro de Souza, 

Rua Coriolano Milhomem e a Rua São Domingos que é a partir da altura do Camelódromo

passa teu nome de Rua João Lisboa. Dessas vias asfaltadas as que estão é melhor condições

de tráfego são Avenida das João Pinheiro de Souza e a Rua João Lisboa visto que foi foram

feitas com material utilizando o ligante asfáltico e brita enquanto que as outras utilizaram

a mistura de areia com ligante asfáltico. No caso das ruas que foram pavimentadas

utilizando areia Nem é preciso ser engenheiro para dizer que com o tempo a chuva

e as intempéries acabaram  levando todo o material que foi utilizado pelos bueiros

da cidade e trazendo assim prejuízo para os cofres públicos. 


Em uma cidade como  Imperatriz é preciso levar em conta a questão climática visto

que se tem o período de chuvas e posteriormente se tem um período de seca e que no

ano passado viu se bem de perto esse fenômeno do seno exacerbado pelo fenômeno do El niño.

Isso significa dizer que todos os materiais de construção quer sejam eles telhas, tijolos

e principalmente a pavimentação  asfáltica está sujeito a fase de dilatação por conta

do calor e de retração à noite por conta da queda de temperatura.


Essa variação brusca de temperatura traz um problema muito sério em termos

de conservação das vias de pavimentação da cidade que não são construídas com material

de boa qualidade como foi possível observar na pavimentação da Rua Piauí por volta do

ano de 2015 e cuja via foi também recentemente pavimentada no ano passado. 


Esse debate com relação a infraestrutura de Imperatriz tem ficado apenas nas redes

sociais pois o povo observa inerte a falta de operância por parte das autoridades que

são responsáveis O que seriam em grande parte por manter e conservar as vias de

trânsito de Imperatriz. 


Ninguém sabe ao certo se Imperatriz ainda está por cima do plano diretor

pois esse foi embargado ainda em 2007,  segundo informações de uma fonte. 


segunda-feira, julho 08, 2024

A Via Crucis de Imperatriz

sábado, julho 06, 2024

O que cachorros de rua dizem sobre uma sociedade

domingo, setembro 22, 2013

Elysium , Transumanização e Degradação Ambiental




Ontem, mesmo com o tempo corrido e puxado dos últimos dias não puder resistir e fui assistir “Elysium”, filme em que Wagner Moura atua com Spyder, e que diga-se de passagem ainda fala com um inglês very puxado.

Elysium é na minha opinião, mais um filme de um sub gênero daquilo que eu chamo de cinema industrial norte americano,  já que o roteiro do filme tratar de um futuro de degradação, apartheid social e transumanização.

Matt Demom é Max um cara branco em uma Los Angeles super povoada por Latinos. Aqui o recado é bem claro, os latinos com uma das maiores taxas de natalidade dos EUA, vão tornar a o Sonho Americano um pesadelo. O subúrbio da cidade das estrelas mais lembra um bairro de Quito no Peru. 

Alice Braga, que começou “Cidade de Deus, é uma enfermeira que tem uma filha com câncer em estágio terminal e que na infância era a namorada de Max (Matt Demon), e que se torna o elo de ligação do roteirista no filme, em um futuro em que ela e o nosso herói pró messiânico juntam suas forças por um causa.  

Nisso o argumento do filme é construído, na amizade de infância entre Max e Alice Braga, e na já degradada Terra, muito embora o filme mostre apenas Los Angeles, nesse recorte da realidade, um mundo pré  apocalíptico. 

Max  é um operário na Armadyne uma gigante produtora de armas e sistemas para os ricos de Elysium, uma espécie de refúgio para os ricos da Terra, onde tudo é alegria, as pessoas são ricas, brancas e bonitas, e em cada casa existe um equipamento que diagnosticar e cura as pessoas de todos os tipos de doenças pensáveis.

Viram só o contraste entre os latinos e os brancos caucasianos de “Elysium”, qual será o recado que o diretor que mandar?




Os latinos são uma sub raça e os branquelos são os únicos dignos a terem uma vida de verdade em um mundo futuro, já que “Elysium”, representar a própria segregação da humanidade em duas castas, as dos afortunados moradores do “Toro” que é o nome da estrutura que abriga os afortunados moradores de “Elysium”, e os moradores da Terra.


De certa forma já existem vários lugares que podem ser chamados de “Elysium”, pelo mundo afora. A Europa, o Japão, e  no Brasil os condomínios de luxo são podem ser comparados ao “Elysium” do filme, o que traduz o grau de alienação das classes mais altas em relação àqueles que são usados pelo Capitalismo ou seria Capetalismo.




Também é importante ver que Max após ser exposto a uma dose letal de radiação, passar a usar exoesqueleto, para lhe possibilitar uma sobre vida e assim seqüestrar o executivo da Armadyne. O uso do exo esqueleto, nos lembra Star Wars, Homem de Ferro, é uma clara referência ao futuro da humanidade, a trans humanização, onde maquina e homem se fundem em um só.

No fim disso tudo, o grande sonho de Max, que é também sua promessa se realizar com a invasão de “Elysium”, e ai em seu fim o filme tem uma pitada de messianismo, Max salvar a humanidade, da segregação social, do abandono, e das doenças, tudo com um simples upload de dados de sua cabeça.