Imperatriz é o sinônimo de uma cidade que cresceu de uma forma desestruturada sem o planejamento urbano e que mesmo depois da constituição de 1988 e da promulgação do estatuto das cidades não viu por parte do poder público a operacionalização de políticas públicas relacionadas a urbanização da cidade.
Como resultado disso, e da falta de um verdadeiro debate que ultrapasse, mera cosmetologia a cidade não se encontra preparada para os desafios climáticos pois de forma efetiva não possui uma política pública de arborização, política essa que foi efetiva em finais da década de 1970 e início da década de 1980 na época dos então prefeitos Ricardo Amorim e Ribamar Fiquene quando a cidade ainda teve o plantio de árvores por parte do poder público municipal.
Contudo, o que se vê posteriormente em Imperatriz, a partir dos anos 2000 e até os dias de hoje foi a progressiva substituição dos pés de Acácia por árvores invasoras, que caíram no gosto da população por não serem hospedeiras ou habitar natural de um pequeno besouro chamado popularmente de “Maria fedorenta”.
A Maria fedorenta era um pequeno besouro com casco vermelho que quando você assistia ameaçada exalava um líquido cujo cheiro não era dos melhores. Acontece que nós também como seres humanos temos os nossos mecanismos de defesa e também não cheiramos muito bem quando não tomamos banho ou ainda quando vamos ao banheiro e defecamos todo o lixo da comida industrializada ralo abaixo.
os pés de Acácia ora tradicionais da cidade de Imperatriz Foram poucos sendo dizimados a paisagem humana restando praticamente quase nada essas vestígios nas ruas e Praças da cidade, resultado do poder público em fiscalizar e uma mudança da cultura da cidade refletindo valores que foram mudando de lá para pior com o passar do tempo.
Mas, o problema não se resume apenas a questão do plantio de árvores e arborização da cidade que já é bem deficiente. O problema está na quantidade de de concreto é asfalto que fica exposta ao Sol, pois em dias das quais não se tem praticamente nenhuma cobertura das nuvens fazendo com que toda a radiação solar que chega do espaço seja praticamente absorvida tanto pelo cimento como também pelo asfalto que possuem alto poder de absorção do calor é mandado do Sol.
Além do mais as altas temperaturas às quais as pessoas ficam expostas ocasionam o seu amado stress térmico no organismo humano, mas a grande pergunta que fica vai para além da saúde pública e tem a ver justamente com a sensibilidade dessas pessoas em relação a problemática aos desafios e necessidade de adaptação ao problema climático, e denuncia expõe e escancara uma espécie de desconexão da própria sociedade Imperatriz Ah não consegui fazer uma conexão entre os fatos empíricos e científicos que há muitos já são noticiados pela imprensa.
Dessa maneira vive-se Imperatriz uma espécie de descompasso societal, então aquilo que está se vivenciando, ou seja a realidade concreta que está diante de nossos olhos e a incapacidade de uma sociedade se posicionar e de se conscientizar em relação a um problema que mais cedo ou mais tarde vai se tornar algo que não pode ser simplesmente ignorado como a maioria das pessoas fazem.
Percebe-se assim uma narcotização da sociedade, e a insensibilidade aspectos tão relevantes que não podem ser ignorados, mas a única coisa que explica isso é justamente uma questão de um inconsciente coletivo de uma sociedade que é tipicamente acolhe diversos referenciais ocidentais em diversas camadas, que lhes são que eles são ouvi foram simplesmente repassados convenientemente, e não consegue olhava ao seu redor e compreendeu o contexto social histórico e econômico em que se vive.
Infelizmente que vivenciamos é um desastre ambiental em escala microrregional, e principalmente em relação ao clima de Imperatriz bem como a falta da capacidade das próprias pessoas da sociedade e principalmente do poder público, para quem a responsabilidade de gestão da coisa pública foi repassada mas não há efetivamente a colocação em prática tanto daquilo que a Constituição federal fala em relação ao equilíbrio ambiental como também do próprio estatuto das cidades e ainda da própria lei orgânica da cidade Imperatriz.
Para os mais esclarecidos, ficamos ao Deus dará, da vontade política ou da falta de vontade político, pois como ouvi de um sociólogo, a formação do homem público por essas paragens é muito deficitária, atrelado ao fato de que as pessoas não sabem extinguir vou fazer a diferença entre a opinião objetivo e subjetiva ficando evidenciado ainda, a falta de limite entre aquilo que é privado e aquilo que é público, pois na cabeça de muitos políticos a política é feita a partir da construção de escolas, e do asfalto aumento de ruas, deixando de lado outros aspectos muito mais importantes e que estão relacionados a qualidade de vida das pessoas que vivem é Imperatriz.
https://imperatriz.ma.gov.br/noticias/meio-ambiente/emergencia-climatica-e-debatida-em-conferencia-intermunicipal.html
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