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sábado, agosto 08, 2026
A arte de escrever e ser odiado! Part I
Poucos afortunados são os que puderam ou podem viver da literatura pois esta é uma arte para poucos porquanto também é solitária, introspectiva, e de certa forma antissocial, embora muitas das vezes o escritor através de seus versos letras, e personagens que nascem de certa forma e m muitos aspectos de sua vida pessoal, visto que na maior parte das vezes o principal combustível para escrita se não é o próprio autor, são fatos que eles são conhecidos que lhes chegaram através seus sentidos.
Sim, escrever é para poucos, pois dominá-la requer longos tempos a sós com livros, canetas, ou ainda outrora e quase parecida máquina de escrever e hoje em dia os processadores de texto e o reconhecimento por voz da inteligência artificial.
O autor, o escritor, o cronista, o ensaísta e o poeta precisam de tempo e precisam ficar sós para poder exercer o seu ócio criativo. É preciso estar sozinho para refletir, pensar, e tudo mais que é necessário em um processo mental como é o da escrita. Talvez não seja menos verdade que muitos escritores são odiados, principalmente aqueles que matam um personagem principal seja no começo, no meio ou no fim de seu romance ou novela.
Mas o autor também, ou melhor dizendo o escritor é um artista, porque a autoria de um livro é a autoria uma obra de arte, podendo se referir, por exemplo, há diversos tipos de obras dos mais variados como a pintura, a escultura e não apenas em relação à literatura.
O que quero dizer é que agora me veio à mente que o escritor é um ser solitário e acaba por ser odiado em certa medida pelas suas obras, pois existiram e existem, e existirão, aqueles que dirão que este ou aquele autor é subversivo, ou ainda que tal fulano ou ciclano escreveu páginas libertadoras.
No final de tudo o escritor paga um preço, o preço da reclusão, da introspecção, ao expor a sociedade e as suas mazelas, concupiscências, contradições, imundícias e outros tantos adjetivos pejorativos que você possa imaginar, pois afinal de contas a corrupção está no seio da própria sociedade seja ela ocidentalizada, ou seja, ela própria sociedade norte-americana ou europeia, não importa.
sexta-feira, agosto 07, 2026
Imperatriz, Cidade Grande? Parte I
Imperatriz, Cidade Grande? Parte I
Apesar do slogan institucional da atual administração pública, Imperatriz tem problemas que outras cidades médias não tem!
Desde a administração do Ildão, Imperatriz volta e meia muda de gestor Municipal e consequentemente o surgimento de um novo slogan que traduz em maior ou menor grau os anseios da administração municipal. O slogan da gestão atual é “ Imperatriz cidade grande!” uma espécie de ufanismo, que antes só se via com relação aos ludovicenses, saudosos de seu passado, que os prendem e fazem enxergar o mundo a partir de seu próprio umbigo.
mas o tema do texto é que não é esse, o grande problema é que a Imperatriz tem muitos problemas de uma cidade grande ( redundância, risos), mas poucas praticamente nenhuma solução para eles. o que se faz muito bem aqui por essas paragens é asfaltar a cidade, tornando-a mais quente, enquanto o povo corta as árvores, ou melhor dizendo as poucas que ainda restam na cidade, e a administração pública Segue o missa em relação a essa questão ambiental.
É nessas horas que tanta Constituição Federal como a própria lei orgânica de Imperatriz São rasgadas todos os dias perante os munícipes, pois a questão ambiental na cidade é o calcanhar de Aquiles que nem o prefeito de uma cidade verdadeiramente “grande” gostaria de ter. Mas, isso é tema para um outro texto!
O grande problema é que o slogan não traduz realmente o que Imperatriz é atualmente, ele traduz no máximo mas pretensão daquele que ainda poderia ser ou que talvez nunca seja um dia! Para cortar bastante caminho, basta citar grande número de acidentes de trânsito na qual a cidade sua própria recordista ano após ano, demonstrando um lado muito ruim de nossa sociedade. o baixo nível de QI dos motoristas, além da imperícia e da imprudência de motoristas e de motociclistas. e esse tema também poderia ser abordado ou pode ser abordado em um outro texto!
Mas eu quero trazer aqui três aspectos que revelam que Imperatriz tem problemas de cidade grande comum engarrafamentos, a questão da degradência ambiental, e a falta de uma verdadeira política pública de urbanização da cidade que desde meados da década de 2000 e vê cada vez mais perder o nível de cobertura arborea.
A respeito das múltiplas camadas civilizatórias ou não civilizatórias presentes em Imperatriz os três problemas ou melhor dizendo os três aspectos que traduzem que ainda não somos uma cidade grande no tocante à questão socioetal é a grande quantidade de lixo nas ruas, a presença de animais abandonados e e a violência do trânsito.










