Poucos afortunados são os que puderam ou podem viver da literatura pois esta é uma arte para poucos porquanto também é solitária, introspectiva, e de certa forma antissocial, embora muitas das vezes o escritor através de seus versos letras, e personagens que nascem de certa forma e m muitos aspectos de sua vida pessoal, visto que na maior parte das vezes o principal combustível para escrita se não é o próprio autor, são fatos que eles são conhecidos que lhes chegaram através seus sentidos.
Sim, escrever é para poucos, pois dominá-la requer longos tempos a sós com livros, canetas, ou ainda outrora e quase parecida máquina de escrever e hoje em dia os processadores de texto e o reconhecimento por voz da inteligência artificial.
O autor, o escritor, o cronista, o ensaísta e o poeta precisam de tempo e precisam ficar sós para poder exercer o seu ócio criativo. É preciso estar sozinho para refletir, pensar, e tudo mais que é necessário em um processo mental como é o da escrita. Talvez não seja menos verdade que muitos escritores são odiados, principalmente aqueles que matam um personagem principal seja no começo, no meio ou no fim de seu romance ou novela.
Mas o autor também, ou melhor dizendo o escritor é um artista, porque a autoria de um livro é a autoria uma obra de arte, podendo se referir, por exemplo, há diversos tipos de obras dos mais variados como a pintura, a escultura e não apenas em relação à literatura.
O que quero dizer é que agora me veio à mente que o escritor é um ser solitário e acaba por ser odiado em certa medida pelas suas obras, pois existiram e existem, e existirão, aqueles que dirão que este ou aquele autor é subversivo, ou ainda que tal fulano ou ciclano escreveu páginas libertadoras.
No final de tudo o escritor paga um preço, o preço da reclusão, da introspecção, ao expor a sociedade e as suas mazelas, concupiscências, contradições, imundícias e outros tantos adjetivos pejorativos que você possa imaginar, pois afinal de contas a corrupção está no seio da própria sociedade seja ela ocidentalizada, ou seja, ela própria sociedade norte-americana ou europeia, não importa.







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