Cidades em cena da Geografa Helbaneth Macêdo Oliveira é uma leitura obrigatória para quem quer entender Imperatriz e o seu entorno
Compreender a imperatriz não é apenas compreender o aspecto cultural e sócio antropológico da cidade a partir de sua própria dinâmica societal, é preciso também olhar para o passado de certa forma e buscar fontes bibliográficas que ajudem a entender o quanto a Imperatriz é uma cidade suína!
E durante esse processo foi que conheci o livro "Cidades em cena na Amazônia Oriental: agentes, dinâmicas e processos" da Helbaneth Macêdo Oliveira que é Doutoranda em Geografia pela UFu, tendo diversos trabalhos publicados dos quais dentre eles também é possível citar “Verticalização urbana e segregação socioespacial em Imperatriz-MA: uma abordagem a partir dos bairros Jardim Três Poderes e Maranhão Novo defendido em 2017.
O livro traz uma análise sobre a questão territorial e o papel desempenhado por diversidades de médio porte em relação à produção do espaço tanto no estado do Maranhão como do Pará, abordando portanto microrregiões como a de Imperatriz, por exemplo, que já foi o portal da Amazônia.
A obra a borda cidades como Imperatriz Açailândia Marabá e Santarém como povos de integração regional e de intensa expansão econômica e demográfica, é passado por diversas transformações urbanas, da Quais as veste pela verticalização e o adensamento populacional parecem ser as mais notabilizadas.
É assim que imperatriz é destacada no livro como um polo regional voltado para área de comércio, serviços e educação no Sudoeste maranhense, seguida pela cidade de Açailândia que desde dos anos de 1980 foi marcada pela intensa atividade extrativista da exploração de madeira que depois foi aproveitada para atividades voltadas para o setor siderúrgico e escoamento de lingotes de minério de ferro, que são exportados pelo Porto da Madeira em São Luís.
E ainda dentro desse contexto da Amazônia podem ser citadas as cidades de Marabá com a qual Imperatriz manteve já no passado um intenso comércio, por conta de outros ciclos econômicos como da borracha e da castanha, além de Santarém, última cidade de médio porte antes de se adentrar no estado da Amazonas refletindo consequentemente fluxos econômicos e populacionais da na Amazônia Oriental.







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